sábado, 14 de abril de 2007

Tão queridos



"Por acaso não tens aí uma mantinha?"

Bernardo Cordeiro


Chegaram aqui cheios de vontade. Disto, e daquilo.

Prontos para o que desse, diziam eles. E para o que viesse, também.

A querer mundos. E fundos.

Começam a arroxar em todos os cantos, tal é a bezana, a partir da uma da manhã. Literalmente.

A minha vontade de tratar bem os meus amigos que me visitam encontrou nestes dois pares de pestanas - blindadas por uma garotice fora de série - um obstáculo intransponível. Mas ficam tão queridos a dormir, os pequenotes.

1 comentário:

Tó disse...

Meu caro amigo José

Ainda não tive oportunidade para te agradecer decentemente esta curta estadia em tua casa. Ainda mostrei a minha gratidão ao zombi que saiu da tua cama quando nós nos preparavamos para sair, mas tu não te deves lembrar... E como isto da internet é tudo muito virtual, não arranjo melhor maneira de te agradecer, sem ser pessoalmente. Por isso, lá vou ter eu que voltar a Barcelona... Até porque um dia e uma noite apenas, para experimentar um bocado de tudo o que tu estás a viver em 6 meses, é muito pouco.

Em relação ao que escreveste, é tudo verdade, infelizmente. Mas uma noite a começar tardíssimo, porque V. Exa. se lembrou de ir ao ginásio à hora do jantar, depois de uma semana de ski ao mais alto nível, e de horários completamente diferentes da vida em Barcelona, vi-me forçado a garotar (v. tr., praticar a actividade/passatempo dos garotos) a partir das 5 da manhã no confortavel sofá daquele bar practicamente vazio, quando deveriamos estar numa qualquer boite na companhia de não menos que 2 loiras... Uma na mão e outra nem que fosse só ao nosso lado!

Mais uma vez, obrigado.

Abraço