quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Erlend and Eirik are playing tonight

Apetece-me bastante ouvir hoje as vozes de Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe - e aproveito para fazer duas considerações à volta de Kings of Convenience, de que me dei conta agora, enquanto ia à Wikipedia ver o nome dos vocalistas da banda. A primeira é esta: é muito mais cool dizer o nome do vocalista do que da banda. Dá um ar muito mais connaisseur e quase familiar, como se o vocalista fosse, não meu amigo, porque aí era de nome próprio para cima (extreme coolness), mas, vá, conhecido de um amigo meu. Neste caso, em que são dois a cantar, desperdiçar a hipótese de falar de Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe em vez dos Kings of Convenience é pura estupidez.

Dizia eu que me apetece muito ouvir KoC, ou melhor, Erlend Øye e Eirik Glambek Bøe, e não é só porque há qualquer coisa na sua música que me faz lembrar aqueles abraços que resolvem problemas e afastam medos, porque os há também assim, daqueles que demoram segundos mas parece que se prolongam por uma infinitude de tempo. No, there's more to it.

Já a segunda consideração, tem a ver com o meu nome, que ficaria muito melhor com a aplicação de uma linha oblíqua no "o". Rosé Mari? Giro. Røsé Mari? Altamente cool em qualquer parte do mundo. Ainda pensei em ver como é que ficava com um trema no ï, mas percebi de imediato que a linha que separa, na acentuação, a cooleza da homossexualidade, é bastante fina.

5 comentários:

Mariana disse...

acho que não é possível por trema no i...

rosé mari disse...

oh yes it is, só não é no meu "i", que ele não é desses.

Anónimo disse...

muito bom josé.

Morales disse...

lol

Raitxe disse...

:D boa posta