sábado, 4 de julho de 2009

Buddha Machine





Sure, the Buddha Machine is more than a little bit novelty. That's part of its charm. You can have a little pink (or red, or black) box that plays music. You can display it openly. People will ask about it. It's an icebreaker. But what's truly special about it is what FM3 has done with a tiny bit of recording space on a shitty little speaker. It's mesmerizing. It's portable relaxation.


A Buddha Machine costly roughly 1/10 the price of a robust MP3 player. It has no manual, no cables, no DRM or EULA, and certainly has no operating system requirements. A Buddha Machine is a defiant piece of retrograde technology that asks: what is the value of sound? What is worth listening to? The space between sounds, and the accidents that rise from random creativity. The Buddha Machine reminds us how to listen. Every elevator in the world should have their Musak channel replaced with a Buddha Machine. Buy one, take it with you in public, and turn in on in the thick of the crowds. Watch how the world changes.


Link: Amazon


Li sobre este anti-gadget há uns tempos num blog e tinha ficado intrigado, razão pela qual, esta semana, decidi comprá-lo. As citações que retirei de dois sites diferentes ajudam a explicar em que consiste o FM3 Buddha Machine: um anti-ipod, que mais do que um leitor ou transmissor de o que quer que seja, funciona como um statement num mundo em que a música e a tecnologia fluem a uma velocidade assustadora, num mundo onde estamos sempre e cada vez mais à procura daquela música nova (exactamente, essa), quando muitas das vezes deveríamos dar a certas músicas a atenção que elas merecem, porque há músicas que merecem que fiquemos nelas por muito tempo. In a way, este buddha machine funciona como um regresso às origens, envolvendo-nos numa teia de drones simples e repetitivos. É difícil, mesmo para quem, como eu, não vai muito à bola com statements, não simpatizar com esta pequena e elementar caixa chinesa - às vezes, as mais das vezes, as coisas simples são as que melhor sabem.


Ou se calhar sou só eu a tentar justificar os 20 euros que gastei numa caixa cool com sensivelmente quatro minutos de música. Diz que Siddartha Gautama encomendou uma palete, o que ajuda.

3 comentários:

Tulis disse...

Cá está ela!!! Já a tens? Tens que me mostrar isso um dia destes.

rosé mari disse...

já a tenho sim, se bem que não me convenceu...depois de 3 dias de uso, e se é verdade que não se nota, também o é que não se nota, logo, tem a sua piada, mas não cativa.

rosé mari disse...

depois empresto-te, claro.