quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Super slo-mo

Então, como é que foi a noite de ontem?
2 litros de água, and counting.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

So said Mike McDermott



A good poker player always knows when to fold a shitty hand. Even if it's a King Kong.

Ah ah (not in a laughable way, but in another one, the one you use when you catch someone by surprise and then you say "Ah ah", while pointing...

Bom Natal. Fica já despachado.

...your finger towards that person and doing a Jim Carrey'y face at the same time

and a Happy Hannukah, since we're at it.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007



enxovalhar | v. tr. | v. refl.

v. tr.,
macular, manchar, sujar;
fig.,
deslustrar, injuriar;
desonrar;
acto de humilhar com uma categoria do cacete a Filomena Mónica


Uma das melhores coisas de ter feito um estágio de Verão foi ter descoberto esta obra-prima num dossier, que lá estava, ainda por cima, por engano. Não posso adiantar muito em relação ao background, apenas que se tratou de uma resposta de Eduardo Prado Coelho a Filomena Mónica a algo que só pode ser entendido como uma infeliz ideia por parte da socióloga, que pelos vistos deve ter insultado de alguma forma o na altura -para grande azar da senhora- ainda não defunto.

Isto, no fundo, vem provar o quão injusta a vida é, porque o Prado Coelho já bateu a bota, enquanto que a outra continua por cá a mandar bitaites, quase de certeza ainda à procura dos seus rins intelectuais, desaparecidos depois de um nó cego deste calibre.

Dreams in colour



Cover de Elton John do último CD de David Fonseca. Altamente recomendável, não só a música, como o disco (quase) todo. É bom poder ouvir o Rocket Man sem ter que pensar num austronata cheio de lantejoulas a gravitar ao som dos Village People.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007


That's right, gimme back my mojo

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Agarra que talvez possa ser considerado ladrão


Se fosse assim, digamos, egocêntrico comó caraças, processava o Bruno Nogueira por ter entrado no meu arquivo de ideias geniais que um dia ganharão forma e substância, cobrando somas avultadíssimas por tão descarado plágio. Com isto, talvez deixe de adiar para amanhã a publicação das "10 coisas que odeio".

No entanto, como me pauto pela humildade, limito-me a dar os parabéns pelo extraordinário poder de antecipação na criação do momento humorístico, aproveitando também para aguçar a vossa curiosidade, já que o narigudo de dimensões exageradas não referiu outro caso bastante incomodativo...you will see.

I challenge thee

Então, o que é que fizeste hoje à tarde?
Fui ver um documentário norueguês sobre o coro de pescadores de Finnmark, uma aldeia piscatória perdida algures no nordeste da Noruega, e tu?
Tilt

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

The line always draws itself. Understanding and knowing the boundaries, that's where you can become an artist.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

DocLisboa 2007


De 18 a 28 de Outubro. No São Jorge, Londres (que boa desculpa para lá ir), e Culturgest. Documentários, muitos e bons. Imperdível, para quem gosta. Recomendável, para quem desconhece. Perfeito, para todos os anti-USA, ou melhor ainda, para todos os anti-Bush (os pontos de contacto são cada vez mais ténues, e daí, talvez não), tal é a variedade -e, espera-se, qualidade- de documentários que prometem lançar bastantes achas para essa fogueira da moda.

O programa está aqui.

P.S.- Se não conseguirem abrir o programa, têm de sacar o Adobe Acrobat Reader, aqui. Hoje sinto-me mesmo altruísta. Talvez dê para me naturalizar e passar a jogar pela selecção desse país.

United Colors of Portugal

Quando uma vitória da selecção é em parte decidida através de um golo de um congolês a passe de um cigano, opções essas tomadas por um treinador brasileiro, julgo que passo a ter oficialmente legitimidade para apelidar de "imbecil" quem continuar sem perceber porque é vibro muito menos com a selecção do que com o Benfica. Apoia-se a selecção por patriotismo, patriotismo esse que não encontra, não consegue encontrar, correspondência num grupo de portugueses do Lidl. Esvazia-se o conceito, e com ele o sofrimento. Veja-se a forma como cantam o hino, ou melhor, não cantam, mais parece que o ditam.

Podem ser luso-congoleses ou luso-ciganos que um gajo não se importa, a multiculturalidade até é bem vinda dentro de um país. Caso não saibam, e arrisco aqui outro dogma social, quanto mais nacionalidades se conseguirem misturar na concepção de uma criança, maior é a probabilidade de ela sair top-model.

Claro que a ratio decidendi dos fulanos é nobre, se formos a ver o Deco e o Pepe não estavam tapados na selecção do Brasil quando pensaram em naturalizar-se, e o Makukula não pediu há FIFA há uns anos para se naturalizar congolês de forma a poder passar a jogar pela respectiva selecção. Só consigo ter pena é do Quaresma, que não tem culpa que o seu povo seja nómada e dedique a sua vida a actividades inúteis. Desculpem, nómada não. O Quaresma não tem culpa que o seu povo "goste de viajar, só o fazendo aliás por estarem incumbidos, através de desígnio superior, de levar aos quatro cantos do mundo essa forma superior de cultura que é o circo de baixa-gama, juntamente com a arte milenar de limpar vidros de carros parados no trânsito e vender pacotes de lenços", assim é que é. Não vamos entrar pelo caminho do racismo, que não vale a pena.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

P,P,P



Intenso, um passeio numa corda bamba que não se parte, mas que quem a tenta atravessar pode não estar preparado para o fazer. E rede, essa, n'existe pas, não faz sentido, porque a travessia é para chegar a bom-porto. Não a pediste, porque se era para atravessar com rede, então não a atravessarias at all.

Escorregas, porque resolveste tossir (tu que quase já nem tens asma!), e agarras-te, com unhas, dentes, e as pontas de três, dois, quatro, três dedos suados, a esse fio que na tua cabeça é tão real como a queda. O calor do nylon queima-te os dedos, mas há alguma coisa que te diz que não vais cair, pelo menos assim, porque se fosse para cair, tinhas pedido uma rede, e se fosse para pedir uma rede, não atravessavas a corda.

Pontas. Três, uma, duas, três, de dedos suados. A corda, até aí desinteressadamente presa num movimento previsivelmente imprevisível, apercebe-se da situação e convence a bamba a descansar um bocado, esticando-se de seguida o mais que pode e sabe para que consigas subir.

Pontas. Dedos. Mãos. Joelhos. Pés. Estás outra vez de pé, na corda, que interrompe o agradecimento que lhe dirigias para te avisar que a bamba vem aí e não está para brincadeiras, que o melhor a fazer é continuar a travessia e não tossir outra vez. Segues a sugestão e lá vais tu, passo a passo, na corda outravezbamba. E sempre, sempre, sem rede.

damien rice

«Foi uma autêntica batalha campal. Dentro do balneário (onde se esconderam os jogadores do Togo e cerca de 1900 adeptos do Mali) havia sangue por todo o lado...»

in A Bola


Aposto que o Kanouté resolveu gritar "Malta, é bar aberto de arroz". Depois admiram-se.

domingo, 14 de outubro de 2007

Morning cartoons

Como é que eu me levantava da cama às 7 da manhã quando era puto para ver isto? Que estupidez.