I don't aim to please, I aim to impress. Pleasing is too greyish, whereas impressing is like pleasing's alter-ego, or pleasing's funny brother. Basically, impressing is what pleasing always wanted to be, but never had the balls to.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
The Tudors

A must see. Sobre os early years de Henrique VIII, o rei inglês que separou a Inglaterra da Igreja Católica. Sexo, drogas e rock n'roll à moda do Renascimento.
Todos os dias, na RTP, às 22:40. Se começarem só hoje, já perderam os 5 primeiros episódios. Ainda vão a tempo.
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rosé mari
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quarta-feira, 10 de outubro de 2007
And now for something (not that) completely different
De volta ao layout antigo, just a little lighter. Opiniões?
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rosé mari
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Preta no branco
Mais pacífica será a entrega da medalha (n.d.r.: de Marion Jones, nos JO de Sidney) de bronze dos 100m a Merlene Ottey, que deve conseguir a 23.ª medalha (esta de bronze) entre Jogos (seria a 9.ª, mas nenhuma de ouro) e Mundiais (14). A atleta jamaicana, que se naturalizou eslovena, continua a competir aos 47 anos (!).

Eslovena de gema.
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Ecomarchou
Então Sílvia, vem cá muitas vezes?
Não, venho só à terça, quarta e quinta, por causa dos frescos, e ao domingo, para vir buscar os frescos de que me esqueci na sexta e sábado.
E à segunda, também vem por causa dos frescos?
Não, à segunda venho por causa das caixas Multibanco.
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rosé mari
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Pensamento do dia III
Conclusão da sondagem: já não chegava ter desaparecido a Maddie, agora anda tudo à procura da Punchline.
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Pensamento do dia II
(a tomar banho)
Se abrir um negócio, é de tampões. Que estupidez, de tampões, ou de pensos higiénicos. É da maneira que há um homem que ganha alguma coisa com a história.
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Pensamento do dia I
(algures à tarde, no Pão de Açúcar, a fazer as compras para a casa, no corredor dos cereais e dos farináceos. É verdade, I'm that versatile. Já agora, o corredor dos cereais não é necessariamente também o dos farináceos, mas como não é -e disso tenho a certeza- só dos cereais, e eu adoro a palavra farináceos, junta-se o útil ao agradável)
Tenho-me por um gajo fora de série a escolher cereais. Onde a maioria das pessoas vê caixas de cartão cheias de cores e mascotes carregadas de ferro e 7 vitaminas, eu vejo oportunidades de pequenos-almoços inesquecíveis. Estrelitas, Chocapic, Corn Flakes, that's for newbies. Gosto de procurar um cereal novo, arrojado, fresco, que me surpreenda. Se olheiros houvesse para a prospecção de cereais, seria concerteza um dos mais conceituados, pago a preço de ouro pela Adexo.
(com isto em mente, agarro numa caixa de cereais Active, da Nacional, crocantes, com morangos, passas e maçã, ricos em ferro e com baixo teor de sal, e sigo caminho, para os farináceos)
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
A tradição ainda é o que era
Ficha de jogo
Galistars
GR: Caetano Macedo
Tomás Cancella de Abreu
Zé Maria Júdice
Henrique Botelho
Bernardo Froes
Pipos
Los Lobos
GR: Martim Motta
Lourenço Macedo
Tiago Barreto
Chico Cancella de Abreu
Filipe Sampaio
Bernardo Pina
Kiko Machado
Golos: Henrique (1), Eu (1), Pipos (3), Tomás (1) Sampaio (2)
Assistência: Sr. Becas
Local: Polidesportivo da Ajuda
Disciplina: Nada a registar
Era com grande expectativa que as centenas de pessoas ilegais -rectius, uns quantos ciganos- presentes no Polidesportivo da Ajuda aguardavam o início da 3ª season de confrontos Galistars - Los Lobos, quanto mais não fosse pela neblina que rodeava a composição do plantel lobito. Muitas mudanças, muitas indecisões, algo que no entanto não surpreende se tivermos em conta o desespero em que esta equipa se deve encontrar mergulhada, fruto da virgindade no que ao sabor da vitória diz respeito. Do lado dos Galistars, o mesmo plantel, a mesma tranquilidade, a mesma ambição, com uma única diferença: mais uma estrela de campeão.
A rentrée ficou marcada pela ausência do nosso querido amigo Galiano, que optou por retirar-se da equipa dos Los Lobos invocando "razões pessoais". Muito pouco para quem devia pelo menos uma exposição de motivos fundamentada a ambas as equipas. O jogo de homenagem (mais do que merecido), esse, permanece em stand-by, por ser convicção geral que o nosso amigo forcado tomou tal decisão num estado de incapacidade acidental, fruto de mais uma cornada impiedosa, pelo que assim que recuperar a lucidez ponderará com certeza a sua decisão.
Ora, chega de lamentos, e vamos ao que interessa, o jogo. Apresentando o seu polémico reforço, Filipe Sampaio, imponente central, bem como um regresso, na pessoa de Bernardo Pina, foram os Los Lobos, no habitual grito dos campeões que precede o jogo, surpreendidos com um diferente "O-O-OBRIGADO", numa clara alusão ao jantar oferecido na semana passada, tendo também como objectivo deixar bem vincado um protesto pela ausência do Nosso capitão.
Num jogo em que o favoritismo no papel pertencia à equipa dos derrotados, em primeiro lugar pelos reforços que apresentavam, e ainda devido ao facto dos Galistars terem entrado no Polidesportivo sem o sempre influente Cruzeiro, a nota dominante da primeira parte foi o equilíbrio. Os dois lados estudavam-se e decidiam a melhor forma de abordar o jogo, até que os Galistars se adiantaram no marcador, por intermédio de Henrique Botelho. No segundo tempo, o capital de esperança adquirido pelos lobitos aquando do golo do empate foi prontamente desfeito num contra-ataque, saltando os campeões novamente para a frente do marcador, posição essa que lograram manter até ao apito final, alcançando uma vitória justíssima, com contornos de goleada, por 6-2, fundamentalmente graças à solidez defensiva e ao acerto do matador Pipos, decisivo na conclusão de contra-ataques letais.
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
I walked across, a sentimental neo-nazi
Estava à eu à procura de uma música algo difícil de encontrar (John Miles - Stranger in the City, que recomendo vivamente), e por já ter sacado uma versão que não abria, resolvi explorar a library do user em questão para ver se era, ou não, de confiança.
E ainda dizem que um neo-nazi não tem sentimentos. "Pfff", digo eu. Curiosa, também, mas pelo menos coerente, é a escolha do ariano no que à pornografia diz respeito. O gajo vê porno, sim senhor, mas só com carne branca. E, imagino, com os Keane como música de fundo. O quê, um neo-nazi já não pode ter um coração de papelão? Preconceituosos.
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terça-feira, 2 de outubro de 2007
blog vai cos outros
Acho que este deve ter sido o único blog em que não se falou do Santana Lopes. De repente, ficou na moda dar largas a todo o tipo de sentimentos negativos despertados pela figura (repugnância, ódio, pena, desprezo, you name it), para logo a seguir admirar a sua atitude recente. Este blog foi o único...ah, foda-se, distraí-me.
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rosé mari
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segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Any given sunday
As músicas só o são objectivamente. Subjectivamente, são muito mais que simples notas musicais que decidiram dar as mãos. Transportam, com elas, dias e noites, alegrias e tristezas, vontades e desejos, momentos que se prendem a elas para nunca mais as largar.
Arrisco, inclusivé, dizer que a mesma música nunca é igual para duas pessoas. A terceira música deste post, por exemplo, é uma música completamente diferente, quando ouvida por mim e por vocês. E o mais giro é que, mesmo que a oiçamos ao mesmo tempo, a aparelhagem da vida encarrega-se de a transformar em duas situações totalmente distintas. As músicas, mais do que baladas, malhas, ou batidas, são momentos congelados sob a forma de som, passíveis de serem levados para qualquer lado.
Nisso de só aparentemente serem iguais, as músicas são como os domingos. Os domingos são sempre um any given Sunday, sem no entanto o serem por inteiro. Se houvesse um dia que tivesse de ser uma tela vazia, à espera de ser pintado pelos artistas de quotidiano que somos nós, Sunday would be it.
Por ser o único que corresponde a um estereótipo de dia, permitindo, por um lado, uma fuga, mas aliciando, por outro, a não fugir dos padrões da preguiça e filmes tvi, domingo é, dos 7, o único que pode ser transformado numa obra de arte, em que a tinta que o pinta se obtém pela mistura de uma dose de imaginação e outra (às vezes, sobre-humana) de vontade de abandonar um dolce fare niente. E, quando isso acontece, domingo passa a ser Domingo, a day for a daydream. Experimentem. É como o Supersumo, é do c*r*lho.
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CCBerardo

Ora portanto, eu fû hoje ver a expozeção lá do Sr. Quemendadôr Berarde. Tava bonita, nada de fora do mundo, mas vale a pena. Não se pode ir-se lá a refletire que é fora de genial, porque em verdade a aparência é defrente do que tá dentro do coiso. Desculpe lá, dêxa-me falar em inglês? - perguntou, algo atabalhoado, o Sr. Rosé Berardo.
Claro que sim, Sr. Rosé Berardo. - respondeu o blog.
Thank you. You know, I'm portuguese, I love Madeira, and I feel that in a few weeks I'll be able to sing the first part of your...I mean, our Anthem, "A Porteguêsa". As I was saying, I went today to CCB to see the Berardo collection. I recommend everyone to pay a visit there, however I feel obliged to warn those who are not that familiarized with modern art that there's more to it than what the exhibition has to offer. As far as my artistic knowledge goes, it's worth visiting mainly for the really good pop-art, hyper-realistic, conceptual art and dada/new-dada works, along with the fact that, besides being a huge collection, it has a lot of variety. Still, that doesn't necessarily mean quality (in fact, the quantity-quality ratio is not completely up to the standards). - afirmou, agora nas suas sete quintas, Rosé Berardo, português dos sete costados, que não tem culpa de se sentir mais confortável na língua de Hemingway e Melville.
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jukebox frenzy
Aproveitem antes que a Cidade FM assassine mais esta com um remix com o Summer Jam.
Género de Jack Johnson, only better.
Música de Shantytown Carnival, CD obrigatório de Jehro, cantor francês.
Instrumentalmente, únicos. Vocalmente...também. A voz de Joe Dukie parece que tem 3 dimensões, tal é a facilidade com que sai das colunas e ganha vida. Fat Freddy's Drop, obrigatório. Quando o nome de um grupo é inspirado num tipo de LSD, acho que está quase tudo dito.
Para mim, uma das surpresas deste SBSR. Porque às vezes convém mesmo não ligar às aparências, caso contrário estes gajos tavam arrumadíssimos, mais feios que o Horvath. E o Horvath é feio.
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