sexta-feira, 16 de junho de 2006

A vida é feita de opções

"Nos EUA foi realizado um estudo que leva boas notícias para muitos homens. Há indícios de que um ingrediente encontrado na cerveja ajude a prevenir o câncer de próstata. O problema é que, para aproveitar os benefícios da descoberta, é necessário beber 17 cervejas por dia.(...)Atkins alertou que 17 cervejas por dia podem levar ao alcoolismo e à cirrose."

Fonte: Blog da Malta


Vou adoptar este método, até porque o mérito da decisão é inquestionável. Beber 17 jolas por dia e não ter cancro da próstata é ouro sobre azul. Arrisco-me a morrer de alcoolismo ou de cirrose?De alguma coisa temos de morrer, mas pelo menos tenho a certeza de que de cancro da próstata não é!

Se bem que é um risco controlado...e porquê?Fácil. Se beber jola o que é que me acontece? Fico com barriga. Tendo em conta que o que não mata engorda, estou tranquilo.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

O que eu ando a estudar...


(Cavaleiros orçamentais). Giro...desculpem, eu disse giro? Fascinante...mente chato.

sábado, 10 de junho de 2006

Escarumba

Akwá: «Não assinava um papel a garantir o empate»

O problema é não saberes escrever?Não seja por isso, não precisas de ter vergonha, assinas de cruz que é na boa...

quinta-feira, 8 de junho de 2006

Previsões...

Porque é que a Alemanha vai ganhar o Mundial? Simples, porque ninguém tá à espera que o faça, e porque tem um país inteiro a apoiar a selecção(no outro dia eram 42.000 pessoas num treino), pese embora a campanha desastrada que fizeram na fase de preparação. Digo já isto para ficarem avisados e se irem preparando, para além de que tem muito mais graça vir dizer a seguir à final um "eu não disse?", em vez de um "eu já sabia". A final vai ser contra a Espanha, e vai tar uma chuvinha molha-parvos. Por acaso não sei se vai, mas tava-me a apetecer dizer chuvinha molha-parvos.

Isto de fazer previsões é um bocado viciante. Porquê? Porque o risco não existe. Manda-se um nome baseado numa fezada, se acertarmos somos os maiores e ganhamos um crédito enorme de "medium", enquanto que se passar completamente ao lado calamo-nos e ninguém se lembra da baboseira que dissemos.

E depois há aquelas alturas em que sentimos realmente que temos uma Alcinda Lameiras, ou até uma Maya dentro de nós. Como há um ano, no Estádio da Luz, Benfica-Sporting, livre descaído para o lado esquerdo do ataque do benfica, minuto 83, viro-me para o Galiano e digo: "O Luisão vai marcar de cabeça e vamos ser campeões.". E isso, meus amigos, fica para a vida, e posso passar a vida inteira a prever golos ao Galiano e não acertar nenhum, que ele e eu sabemos que sou uma autoridade na área da futurologia.

quarta-feira, 7 de junho de 2006

Sobre o "Código DE da Vinci" (grande Martunis)

Jornalista português afirma que existe uma mensagem sobre Portugal dentro do livro de Dan Brown.

Indo directo ao assunto, mas que merda é esta? Passo a citar uma parte da notícia:

"Para ele é evidente: Portugal é o Porto do Graal. E Dan Brown "revela-o". Tudo começou quando Frederico reparou que a palavra Portugal aparece uma só vez no livro: quando o avião do bispo Aringarosa sobrevoa a costa portuguesa. Esta referência acontece no capítulo 5, sendo a viagem novamente referida no 10 e terminando no 22. Ao somar os três números, Frederico Carvalho vai parar ao capítulo 37 que, explica, é aquele em que aparece pela primeira vez referido o Santo Graal."

Para mim é evidente: este gajo é estúpido. Estava boquiaberto com tanta estupidez, e mais, como é que alguém achou que era boa ideia publicar um livro sobre isto. Só então é que, ao continuar a ler o texto, percebi que este Frederico tinha razão para sofrer de sérias perturbações mentais, ou não fosse ele um "jornalista, que trabalhou no 24 Horas e no Tal e Qual" (sem querer entrar pela contradição existente na frase, que junta os termos jornalista e 24 Horas/Tal e Qual).

Já que tá na moda dizer merda, aproveito para dizer que este blog tem os códigos de lançamento de ogivas nucleares que se encontram numa base ultra-hiper-mega secreta em São Marcos da Ataboeira. Ou pelo menos eu acho que tem, porque o 1º post do ano faz referência ao Alentejo, e se forem ver a segunda letra de....epah esqueçam, não tenho paciência para isto, tás a vontade para descobrir Frederico!

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Rock in Rio II

Antes de mais, gostava de agradecer a quem me fez chegar 45 min atrasado a Marcelo D2.

Momento da noite: "São dois cachiurros para o jorge jorge", ou um gajo de semblante carregado a olhar para três gajos às gargalhadas no meio de uma multidão durante pelo menos meia hora à pala de cachiurros. Que fartote de riso meus amigos...

E claro, viva a bandeira do Brasil, ou o que está por trás dela!

sábado, 3 de junho de 2006

Tough game of poker



Da próxima vez que jogarmos poker, só jogo se for assim malta...e já sei quem é que vai ganhar!

SMS

anónimo 1:
"bora hje po tamariz?creio que vai ser uma noite porreirinha..."

anónimo 2:
"pois mas hje há 2manydjs aqui no rock in rio!!"

anónimo 1:
"e no tamariz há 2manyc*nas, grande som!"

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Onde é que tás com a mão?


Ainda dizem que os jogadores de futebol nao se conseguem exprimir bem...

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Been there, seen that...



É bom ver que o Galiano serve de inspiração a pessoas um pouco por todo o mundo, mas no caso destes gajos, ainda vos falta muito para chegar aos calcanhares do meu querido amigo.

São muitos anos a virar frangos, entre outras coisas!

Melhor saída de sempre


Sandy: So what are you doing now?
Kirsten: You...

terça-feira, 30 de maio de 2006

Factos futebolísticos ou coisas em que só eu (?) reparo

Facto 1: Sempre que, nas vésperas de um jogo, aparece uma notícia sobre uma equipa nos desportivos com uma fotografia ilustrativa da boa disposição no treino (normalmente aparece um grupo de jogadores a simular aquela formação antes do início dos jogos), essa equipa invariavelmente perde o jogo.

Facto 2: Sempre que um jogador de uma equipa faz anos no dia de um jogo, essa equipa perde. O mesmo já não se aplica quando só faz anos à meia-noite, ou fez na véspera.

(Tenho postado menos que o costume por estar, entre outras coisas, a estudar para os exames e viciado em OC, e muita sorte tem quem lê este blog em que isso aconteça, é que senão habilitavam-se a um fartote de piadas jurídicas, deveras engraçadas acreditem)

sábado, 27 de maio de 2006

Ontem...

Dizque tive ontem no Rock in Rio. Dizque tava giro. E dizque cantei parte do "A Pouco e Pouco" do José Cid no autocarro a voltar para casa. E dizque mal vi a tromba dos que tavam lá no palco a cantar. E dizque fiquei 12 horas sem comer, mas não sem beber, queria lá eu ficar desidratado.

E dizque tá uma procissão a passar na parte de trás de minha casa a cantar a plenos pulmões um granda KUMBAYA.

"E às cinco e meia em ponto, telefonas-me a dizer: não sei viver sem ti amor, não sei o que fazer...

Faz-me favas com chouriço, o meu prato favorito, quando chego pra jantar, quase nem acredito..."


Dizque foi isto que cantei. E que broa descomunal, digo-vos eu!

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Ritorna Maestro


Tristeza... alegria... emoção!


Foi um dos dias mais tristes da minha carreira e, ao mesmo tempo, um dos mais felizes. É estranho mas eu explico: foi um drama para mim saber que ia ao Estádio da Luz e não me ia equipar no balneário do Benfica. Naquele estádio, nunca me tinha equipado noutra cabina que não na do Benfica. Eu acho que nem reconheci a cabina visitante. Foi um drama pensar que ia entrar no estádio como adversário, que ia entrar no túnel pelo outro lado. Estive 13 anos naquela casa e quando jogava nas camadas jovens, mesmo quando não jogava no estádio, era apanha bolas nos jogos do Benfica. Estava sempre lá. Naquela noite eu não queria ser recebido em apoteose, mas também temia que os adeptos não tivessem compreendido as razões da minha saída. Quando cheguei ao aeroporto percebi que não havia motivo para receios, a recepção aí foi logo maravilhosa! A chegada ao estádio foi também uma grande festa. Se por um lado estava feliz e orgulhoso por ser tão saudado, por outro estava triste porque ia jogar com outra camisola que não a do Benfica.

Na Fiorentina tiveram comigo um comportamento fabuloso. O Batistuta praticamente exigiu que eu fosse o "capitão" naquele jogo. Os jogadores do Benfica estavam ali a ser apresentados para a nova época, mas o João Vieira Pinto, que era o "capitão", só me dizia: "Este jogo é para ti." Recordo-me que nas bancadas estavam duas faixas muito grandes dedicadas a mim. Uma dos No Name Boys e outra dos Diabos Vermelhos. Uma tinha uma enorme camisola vermelha com o número 10 e com a frase: "Por muitas mais que vistas esta será sempre a tua.". Ainda hoje me arrepio quando penso naquela frase. A outra estava escrita em italiano: "Rui Costa no coração (o coração estava desenhado)." Cada vez que tocava na bola era aplaudido. Até que chegou aquele momento.

Acredito que foi o destino. Era o primeiro jogo que eu estava a fazer na época e não deveria fazer o jogo todo. Estava programado fazer apenas 60 minutos. Nós estávamos a perder 1-0 e eu estava a sentir-me bem e por isso pedi ao meu treinador para jogar mais um pouco. Fui ficando, ficando... Estava a acabar o jogo quando apareceu aquele lance. Quando vi a bola entrar na baliza ia festejar porque o golo era da minha equipa, mas naquele preciso momento apercebi-me que estava pronto para festejar um auto-golo... quase. E saiu-me natural aquele descontentamento. Vieram-me as lágrimas aos olhos. É um dos momentos mais tristes da minha carreira, mas ter aquele estádio de pé a aplaudir-me foi uma coisa indescritível.

Lembro-me que o Vítor Pereira veio ter comigo e disse-me uma coisa que eu nunca mais vou esquecer: "Goza este momento porque é único." De facto, jogar num estádio como adversário e ser aplaudido depois de marcar um golo contra a equipa da casa... é uma imagem que eu tenho gravada, mas que nem gosto de rever na televisão.


Rui Costa


Texto retirado deste blog, que por sua vez o foi buscar ao livro A Luz não se apaga.

Há vícios que são virtudes

O último álbum da Shakira chama-se Oral Fixation. É bom ver uma estrela vir a público revelar as suas preferências, sobretudo quando se está sempre a dizer que as celebridades devem dar o exemplo às gerações mais novas.

O futuro está aí, e tem tudo para ser triunfante. Enquanto esperamos, podemos sempre ir vendo o vídeoclip (ou o belo do teledisco para os mais velhos) do Hips don't lie, parece que se tá a jogar playstation com o corpo dela.