Melhor aposta de sempre (ou quase): quem perder vai ao ídolos e o outro escolhe a música.
segunda-feira, 26 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Feist

Não sei se é do espaço, se dos músicos que por lá passam, se de ambos, mas o velhinho Coliseu vai-se assumindo, cada vez mais, como a melhor sala de espectáculos de Lisboa e arredores.
O concerto de ontem não foi excepção. Num registo mais rock do que folk, algo que à primeira se estranhou mas cedo se entranhou, Feist encheu as medidas de todos. Os hits foram aparecendo, uns atrás dos outros, em versões mais encorpadas e amadurecidas, o que não deixou de ser uma (boa) surpresa, reveladora do crescimento da cantora. E se algum faltou, é sinal, e bom, de que são muitos.
Mas não foi só nas músicas que o crescimento de Feist se fez notar. Como com qualquer artista que começa a solo e vai ganhando protagonismo, a entourage também aumentou. Neste caso, ainda bem: as quatro backup singers, ironicamente apelidadas de Mountain Men, fizeram muito mais do que mero número. Uma delas, aliás, poderia perfeitamente ter o palco só para ela e levar a plateia ao rubro sem sequer precisar de abrir a boca.
Felizmente para os presentes, crescimento não significou, no caso de Feist, esquecimento, ao contrário do que acontece com muitos outros músicos. Houve sempre uma aura intimista ao longo das mais de duas horas (coisa rara, infelizmente) de espectáculo, como se o concerto estivesse a ser, não para 4000 pessoas num Coliseu, mas para 40 num qualquer bar nos arredores do Cais do Sodré.
Conta quem já vai no terceiro concerto da cantora em Lisboa que, há coisa de uns anos, na sua primeira aparição por estes lados, e chegada ao fim do concerto, Feist enfiou a sua guitarra num Opel Corsa e fez-se à estrada, ao volante, rumo ao Porto, para mais um espectáculo (imaginamos nós que pelo IC2, para poupar na portagem). Não terá sido assim ontem, mas não deve ter andado muito longe.
Feist é indie dos pés à cabeça, e que assim continue por muitos anos.
Hope you liked it, 'cause I surely did.
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rosé mari
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terça-feira, 13 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Qual foi a primeira coisa que Joseph Kony disse quando soube da iniciativa? Uganda be kidding me.
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rosé mari
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segunda-feira, 5 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Barcelona
Regresso marcado a Barcelona, para daqui a umas horas.
Que bem que me vai saber mostrar a minha segunda cidade e, com ela, o meu passado, a quem é dona e senhora do meu mundo e, com ele, do meu presente e futuro.
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rosé mari
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15:57
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Márcia e JP Simões
Boa música portuguesa. E Morales concorda, o que sempre há-de querer dizer alguma coisa.
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rosé mari
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Carnaval
Primeiro ano que me disfarço de cama. Recomendo vivamente, sobretudo se encontrarem quem esteja disposto a disfarçar-se de manta.
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rosé mari
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Soundbyte of family ties
Revelamo-nos a nós mesmos naquilo que esperamos dos outros.
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rosé mari
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11:35
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Carta Aberta a Djaló
Não conheço a fonte, mas transcreve-se na mesma:
Carta aberta ao Djalonce:
Yannick,
Chegaste a um grande clube. A forma como foste aplaudido no primeiro treino e no primeiro jogo dá para perceber aquilo que te espera. Se estiveres à altura. Por isso, como fervoroso benfiquista há mais de 3 décadas, deixa-me que te dê 7 conselhos para vingares no Glorioso:
1) Nunca embandeires em arco. Ontem muita gente te aplaudiu. Mas também estava frio. E com o frio a gente prefere aplaudir porque aquece as mãos. Já assobiar faz ventinho.Não duvides que se fizeres asneira muitas das mãos que te aplaudem juntam-se à boca em forma de concha para conseguir projectar melhor o “Vai-te embora, ó lagarto!”. Que o benfiquista é gente muito paciente;
2) Cuidado com as declarações. Por exemplo, não soa bem dizeres “Para a próxima vem o estádio abaixo”, quando vens de um clube que há pouco tempo estragou MESMO um bocado do Estádio;
3) Nós sabemos que o futebol é para profissionais. Não precisas de dizer que a família é benfiquista ou a tua filha é benfiquista desde pequena. Qualquer dia até a Luciana Abreu é benfiquista desde pequena. O amor benfiquista conquista-se, sente-se com a vivência. Nós esperamos. Agora, confesso que era simpático se depois de Lyonce a tua próxima filha se chamasse S.L.Beyoncé. Isso era amor à camisola.
4) Sabemos que tiveste meses muito duros, sem apoio, sem condições de treino e jogos a sério. MAS TENTA ESQUECER ESSE TEMPO QUE PASSASTE EM ALVALADE.
5) Não duvides do teu valor. Aliás, neste momento, para a ala direita, se fores rápido e humilde vais ter a tua oportunidade, porque o Gaitán faz birra quando perde a bola e o Enzo se for tão rápido a atacar como é a voltar de férias… Portanto, já sabes até porque o Jesus já o disse: vais ficar junto à linha. Cabe-te a ti decidir se do lado de dentro ou do lado de fora.
6) Conselho estético nº 1: Mantém a camisola para dentro. Não sei se foi de propósito ou se jogaste com a tua camisola e os calções do Luisão. Mas sei que o meu filho esteve 80 minutos a chatear-me para mudar de canal que queria ver desenhos animados. E assim que tu entraste e começaste a correr calou-se.
7) Conselho estético nº 2: Corta o cabelo. Isto é o Benfica.
Só se deixa crescer o cabelo quando se atinge a classe de um Nuno Gomes, um David Luiz, um Witsel. E mesmo assim, é para deixar crescer o cabelo por igual. Não é rapar dos lados e deixar um guardanapo de pano em leque no cocuruto.
Grande abraço deste adepto que quer vibrar com as tuas corridas e golos!
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rosé mari
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19:55
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Hominagem (es muss sein)

Este blog não é muito dado a fotografias do dono. Tanto assim é que, nestes mais de cinco anos que já leva de vida, o meu semblante, vulgo trombil, jamais marcou presença (directa) neste espaço, preferindo fazer-se representar por interposta imagem e/ou palavra. Ainda bem, dirão vocês. E eu concordo.
A razão de ser desta despersonalização do blog? Muito simplesmente, cai fora do seu objecto social.
O mesmo já não acontece, porém, com a fotografia que acompanha este post. Porque este blog sempre foi, é e será (enquanto durar; o gajo tem andado com ciática) um espaço onde, para além de dar largas à infindável verborreia que me passa pela cabeça - a muito são poupados, acreditem -, gosto de fazer um reconhecimento aqui e um agradecimento ali.
Pois esta fotografia é tudo isto ao mesmo tempo e mais ainda, es decir, é reconhecimento agradecido com laivos de admiração. Trocando por miúdos, é hom
De ora em diante, prometo conter-me - ou talvez não - nas demonstrações públicas de afecto. Mas esta, tinha mesmo de ser, que o mês estava a pedi-las. Es muss sein.
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rosé mari
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19:31
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Ordem na casa
Alive (thanks to an SOS kit) and studying.
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rosé mari
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Azealia Banks
Como alguém dizia no Youtube, this is what you call a cunning linguist. Conjugou os olhos com a camisola, e a música com o resto. Weird yet addictive combination.
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rosé mari
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14:52
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