terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sagres

Já estou a ver tudo. Hei-de andar bêbado durante uma semana. Sagres, Sagres, e mais Sagres. De manhã à noite. Ao pequeno-almoço, almoço e jantar. A fazer desporto. No trabalho também. Sagres, sempre Sagres. E a culpa, essa, há-de ser tua, que me tornaste num alcoólico inverterado.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Modern times Icarus




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Axel Rises


E assim começa um novo amor...Pablito, acho que isto vai ser a três, de ora em diante. Tranquilo, no?

Carlos "The Grenade" Martins

Sou dos que acha que Carlos Martins está bem no Granada. O próprio nome, aliás, assenta-lhe que nem uma luva.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Song of the date

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Muitos parawés



Juro que tentei reproduzir a praia deserta e o mar transparente (sim, os meus "chuás" eram por isso). Tirei grande parte dos móveis da cozinha e da sala, para dar um ar minimalista à coisa. Tentei, inclusivamente, encontrar uma tailandesa e fardá-la a preceito, para que te dissesse "muitos parawés". Ainda assim, continuávamos em Lisboa (e ainda bem, pensei no fim do dia). Perante tão contundente fracasso, restaram umas atabalhoadas e cheias de vontade de melhorar panquecas de banana, cozinhadas em silêncios activos, que espero que soubessem a mar (eu pus sal grosso) e a férias, es decir, que tenham valido a pena o ligeiro atraso da véspera. Hope so.

It takes patience and time to do it right...

Mais um empate? Paciência...

Strauss-Kahn

Os procuradores de NY vão deixar cair as acusações feitas contra Strauss-Kahn pela empregada do hotel que se queixou de ter sido violada. E assim termina a história do mais recente assassinato político de que há memória. He had it coming, mas pelo menos neste caso, diria que lhe fizeram a folha.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A abonaros!



Perdóname Barça, pero a partir de hoy...que !venga Getafe!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Receita para uma viagem de sonho

1 - Escolher a companhia certa. Convém.

2 - Arrancar rumo a Bangkok. Passar lá 3 dias, comprar o que se quer e o que não se quer, fazer turismo, ser quase endrominado, ver buddhas, ver mais buddhas, jogar ping-pong e fazer sauna ao ar livre.

3 - Passar por Chiang Mai. Ficar lá 3 dias. Privar com zebras, girafas, tigres, elefantes e cascatas, num regime de tu cá tu lá. Fazê-lo na companhia de alguém cujo sorriso seja parte da razão de ser do programa. Evitar, a todo o custo, passeios de búfalo e quintas de orquídeas.

4 - Fugir para as praias. Demorar-se, nessa fuga, cerca de 11 dias. Fazê-lo com a companhia certa. Aterrar em Phuket, passear de mota pela costa, ficar 2 dias. Daí, para Koh Phi Phi Don, outros 3 dias. Escolher um resort numa praia paradisíaca e por lá ficar, praticando o papismo para o ar, e aceitando sair apenas e só para passear e fazer snorkeling. Passar pelas Railay. Passar, só, mas fazê-lo por uma noite. Fugir para o paraíso, que responde pelo nome de Koh Kradan, ou Koh Mi Mi. E sim, vale a pena acordar cedo para ver o nascer do sol, ainda que seja só uma vez. Pensar várias vezes antes de ir a Koh Lanta, mas ainda assim ir, porque os enganos também fazem parte da viagem, e servem para dar ainda mais valor às partes boas. Ter o privilégio de ter uma iguana como segurança do quarto. Voltar para o paraíso, de preferência com um tour com praias dentro de cavernas e moreias gigantes. Só sair de lá obrigado por um voo de regresso.

5 - Voltar a Bangkok. Ficar num hotel com vista sobre a cidade, e num quarto com dois andares. O quarto era muita bonito, oh Paulinho. Queimar os últimos cartuchos. Passear pelo labirinto do chatuchak (e, alguém dirá, pelo do Platinum Fashion Mall). Ir a um bar chamado Clouds. Ir a outro que não precisa de se chamar assim, porque fica lá, algures num 64.º andar de um hotel.

6 - Comer Pad Thai. E fried rice. E caris. Verdes, amarelos e encarnados. Evitar, a todo o custo, sticky rice com banana e coco. Sounds tasty (?), but it is not.

7 - Manter um diário da viagem. Escrito e fotográfico. Daqui a uns anos, os restaurantes, as lojas e os sítios, ainda que evocando memórias distintas, terão todos o mesmo nome: Ka.

8 - Deixar o inglês em casa, ou pelo menos grande parte dele. Só pesa.

9 - Começar a planear a próxima viagem. Manter a companhia certa.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cri cri cri

De férias.

No meio do nada. Perto de (quase) tudo.

Até já.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Faíscas, just to let you know that you should be really careful. You have got some serious competition going on.

terça-feira, 19 de julho de 2011

It takes two to tango

- Olha...que lugar é este?
- Sou o ser que odeias, mas que gostas de amar...
- João Pedro, o que estás a fazer aqui? Isso nem sequer faz sentido.
- Desculpa, é que eu moro aqui ao lado. Vou-me já embora.
- Obrigado. Mas afinal, que lugar é este? Não te conheço, nunca te vi, mas ao mesmo tempo parece que esperei por ti a minha vida inteira.
- Quem sou eu, perguntas? A resposta a essa pergunta depende de ti.
- Depende de mim? Agora tem a mania que é esfinge, se calhar. Como é que depende de mim, se eu nunca aqui estive. A menos que...és mesmo tu?
- Não, sou a esfinge. Claro que sou eu.
- Já me tinham falado de ti, mas achei que eras mentira.
- Não és o primeiro a dizer-me isso. Já me disseram que não existia...
- Mas isso fui eu.
- E existo ou não existo?
- Existes, e cheiras tão bem.
- Mas não foste o único a duvidar de mim. Outros houve que acharam que eu não era real, que era inventado, como aquela miúda de
olhos castanhos
de encantos tamanhos
pecados de alguém,
(meus!)
estrelas fulgentes,
brilhantes, luzentes,
caídas dos céus,
(mas eles existem)
como aqueles olhos risonhos
que são mundos, são sonhos,
cruzes de alguém,
(minhas!)
que são raios de luz.
(são os mesmos)
- Mas esses olhos existem.
- Eu sei que existem. Já passaram por aqui uma vez, há uns tempos; mas vinham fechados, mal os vi. Só agora, depois de os ter visto bem, é que percebi que realmente existem. Aliás, acho que estão ali ao virar da esquina à tua espera.
- E não me disseste nada até agora?
- Precisavas que eu o fizesse?
- Claro que não. Isto é só género. Parece difícil acreditar que existam, não é?
- A quem o dizes.
- A ti.
- Era retórica, estúpido.
- Ah, desculpa. Mas pelos vistos, se eu sei que eles existem e se me dizes que eles estão aqui, é porque tu também existes. Mas, e agora?
- Agora o quê?
- Para onde é que eu vou? Qual é o caminho? Achei que havia umas placas.
- Segue-os. They can do no wrong.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Easy like Saturday night

Quando a expressão "digidi, digidi" nos deixa de queixo caído, alguma coisa está certamente certa.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Supé Bock Supé Rock

Hoje, isto:



um cachorro e qualquer coisa que empurre, e tal, e depois isto:



Segue-se um cheirinho a uma loira do Norte, com olhos na morena do Sul.



Se tudo correr mal, ainda haverá oportunidade para isto (mas avisem-me que já é tarde):



E já agora, se me virem aqui:



digam-me para ir para casa.