Isto de acordar dentro de uma revista é bastante agradável.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Para escrever Direito sobre linhas, tortas ou não
Obrigado, tio Fernando. Sim, eu sei, I am the luckiest bastard of them all.
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rosé mari
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quinta-feira, 10 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Ou la la, c'etait le week end des petits gros
Se há coisa que se retira do fim-de-semana que acabou de passar, é esta: tu es lande.
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rosé mari
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
União de Leiria: Quid juris?
O artigo 56.º n.º 3 do Regulamento Disciplinar da Liga estabelece que se a desistência se verificar depois de iniciada a competição, os Clubes serão punidos com as penas de desclassificação na prova, exclusão das competições organizadas pela Liga e multa acessória de € 100.000 (cem mil euros).
Ora, o artigo 43.º do mesmo diploma prevê que a pena de desclassificação importa, nas provas por pontos, que o Clube sancionado não poderá prosseguir na prova e os resultados verificados em todos os jogos disputados com esse Clube não serão considerados para efeito de classificação.
No entanto, se a União de Leiria não desistir mas apenas der falta de comparência nos dois jogos que faltam, as sanções já são diferentes. Com efeito, nos termos do artigo 60.º do mesmo Regulamento, a verificar-se uma falta de comparência não justificada de um Clube a algum dos três últimos jogos de uma prova por pontos, o Clube faltoso será punido com pena de descida de divisão, derrota no jogo e multa acessória até € 50.000 (cinquenta mil euros).
Só a falta não justificada de um Clube ao quarto jogo oficial seguido ou ao sexto jogo oficial alternado, numa prova a disputar por pontos, será punida com pena de exclusão das competições de carácter profissional, derrota no jogo e multa acessória até € 150.000 (cento e cinquenta mil euros).
Assim, das duas uma: ou a União de Leiria comunica à Liga a desistência da prova, e é punida com a pena de desclassificação, sendo desconsiderados os seus resultados, caso em que ao Benfica são retirados 3 pontos e ao Porto 6 - o que não altera em nada o primeiro lugar; ou a União de Leiria pura e simplesmente não comparece nas últimas duas jornadas, caso em que é punida com pena de descida de divisão, derrota no jogo e multa acessória até € 50.000 (cinquenta mil euros) por cada um dos jogos.
Ainda que tenha feito uma análise relativamente superficial por mero interesse, diria que só com bastante ginástica jurídica se chega a conclusão diversa. O grande beneficiado de tudo isto? O Braguinha, que fica com o terceiro lugar consolidado. Dura lex, sed lex.
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rosé mari
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
A propósito de um mini-acidente laboral
Quando um copo se entorna, está sempre meio cheio. Estranha forma de optimismo, esta.
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rosé mari
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Lisa Hannigan
Choquei com esta irlandesa enquanto perdia uns minutos a olhar para o cartaz deste ano do Optimus Alive.
Não conhecia e devo dizer-vos que fiquei bastante surpreendido com a voz desta senhora, que deu os primeiros passos ao lado de Damien Rice.
O registo é folk dos pés a cabeça e, para mim, isso é meio caminho andado. Espero que gostem também.
Somebody that I used to know (cover)
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rosé mari
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Challenge accepted?
Melhor aposta de sempre (ou quase): quem perder vai ao ídolos e o outro escolhe a música.
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rosé mari
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quarta-feira, 21 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Feist

Não sei se é do espaço, se dos músicos que por lá passam, se de ambos, mas o velhinho Coliseu vai-se assumindo, cada vez mais, como a melhor sala de espectáculos de Lisboa e arredores.
O concerto de ontem não foi excepção. Num registo mais rock do que folk, algo que à primeira se estranhou mas cedo se entranhou, Feist encheu as medidas de todos. Os hits foram aparecendo, uns atrás dos outros, em versões mais encorpadas e amadurecidas, o que não deixou de ser uma (boa) surpresa, reveladora do crescimento da cantora. E se algum faltou, é sinal, e bom, de que são muitos.
Mas não foi só nas músicas que o crescimento de Feist se fez notar. Como com qualquer artista que começa a solo e vai ganhando protagonismo, a entourage também aumentou. Neste caso, ainda bem: as quatro backup singers, ironicamente apelidadas de Mountain Men, fizeram muito mais do que mero número. Uma delas, aliás, poderia perfeitamente ter o palco só para ela e levar a plateia ao rubro sem sequer precisar de abrir a boca.
Felizmente para os presentes, crescimento não significou, no caso de Feist, esquecimento, ao contrário do que acontece com muitos outros músicos. Houve sempre uma aura intimista ao longo das mais de duas horas (coisa rara, infelizmente) de espectáculo, como se o concerto estivesse a ser, não para 4000 pessoas num Coliseu, mas para 40 num qualquer bar nos arredores do Cais do Sodré.
Conta quem já vai no terceiro concerto da cantora em Lisboa que, há coisa de uns anos, na sua primeira aparição por estes lados, e chegada ao fim do concerto, Feist enfiou a sua guitarra num Opel Corsa e fez-se à estrada, ao volante, rumo ao Porto, para mais um espectáculo (imaginamos nós que pelo IC2, para poupar na portagem). Não terá sido assim ontem, mas não deve ter andado muito longe.
Feist é indie dos pés à cabeça, e que assim continue por muitos anos.
Hope you liked it, 'cause I surely did.
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rosé mari
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10:32
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